SKEMA Brasil se adapta ao ensino à distância no contexto atual

Mesmo antes dos anúncios oficiais sobre confinamento e distanciamento social no Brasil, o campus da SKEMA em Belo Horizonte já havia iniciado a mudança para aulas 100% remotas para seus mais de 500 alunos.

A diretora da SKEMA Brasil, Geneviève Poulingue, explica: “A prática da escola foi rapidamente alterada para seguir orientações oficiais, mas também porque acreditamos que o distanciamento social é um ato cívico, de respeito à sociedade e aos nossos alunos e colaboradores. Somos uma organização inovadora e dispomos de pessoal especializado – o que nos tornou bem-sucedidos nesta transição. Temos os melhores professores e eles estão mantêm os padrões de ensino da SKEMA. Os nossos alunos também estão a manter os seus elevados padrões”.

Além de expandir a utilização do sistema K2 (plataforma de ensino/conhecimento online) da SKEMA, que já era utilizado para complementar as aulas, uma aplicação do Office 365, bem como a Microsoft Teams, que é uma plataforma colaborativa que permite aos alunos trabalharem remotamente e facilmente em equipa.

Gabriel Nargalith, aluno do BBA, diz que a SKEMA tem sido capaz de se adaptar bem às mudanças e passar tudo isto também para os alunos: “Estes são tempos difíceis, mas as aulas têm corrido bem. O sistema que estamos usando é muito bom, conseguimos fazer uma entrega rápida. No nosso último dia no campus, a SKEMA deu-nos formação para utilizarmos o Teams e a adaptação foi tranquila. O desafio no início foi organizar para que cada um tivesse o seu tempo de fala, mas combinamos em deixar os microfones desligados durante as aulas e, quando tivermos algo para falar, avisamos no chat e abrimos o microfone. Tem funcionado tão bem nas aulas e para o trabalho em grupo”.

Priscila Malaguti, coordenadora e professora do BBA da SKEMA no Brasil diz ter recebido muito feedback positivo: “Comentários de alunos e famílias aprovando nossa agilidade e qualidade nos dão a confiança de que podemos garantir padrões de ensino em qualquer circunstância”.

Segundo Poulingue, o confinamento tem sido um tempo para fazer análises e planejar mudanças para o futuro. “Na educação, temos a responsabilidade de desenvolver o conhecimento e as interações. Temos de ser inovadores e abrir a mente dos alunos para pensar de forma criativa. Estudamos, partilhamos conhecimentos, vemos projetos… E, sei que depois desta crise, a SKEMA vai liderar através do compartilhamento de novas experiências e conhecimento”.

 

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