Vale a pena mesmo estudar no exterior?

Estudar no exterior. Esse, que era apenas um sonho para muita gente, hoje pode se tornar realidade porque existem muitas opções para realizá-lo. Ao lado do irresistível “chamado da aventura” de se viver fora do Brasil, estudar em outro país pode trazer muitos benefícios para uma pessoa. Isso é fácil de se constatar: basta conversar com que passou por essa experiência. Na imensa maioria dos casos, os relatos são positivos e encorajadores.

Mas você já parou para pensar por que estudar fora é tão bom assim? Qual será o segredo que os que foram para fora trazem de volta dentro de suas cabeças? Pensando nisso, os professores da SKEMA Business School, de Belo Horizonte, identificaram 5 pontos que podem explicar porque viajar para estudar pode ser tão bom.

Estudar fora estabelece um novo referencial de mundo

Quando a gente sai do Brasil e da realidade que conhecemos, logo de cara encontramos muitas coisas diferentes daquelas às quais estamos acostumados. Não é apenas a língua, mas hábitos, religiões, costumes sociais, comportamento das pessoas, paisagem, arquitetura, temperatura… Tudo muda e isso estabelece novos padrões econômicos, sociais e culturais que nos levam a refletir sobre nosso local de origem. Esse diferencial permite comparações diretas e muito objetivas. Assim, a gente acaba aprendendo que existe muita coisa boa lá fora – mas também começa a entender que temos coisas boas aqui dentro também. Essa constatação faz com que nossa visão de mundo de alargue, permitindo uma contextualização maior do universo que nos cerca.

Aprendemos a respeitar as diferenças culturais

Esses novos referenciais também nos ajudam a entender que existem outras realidades culturais. Isso é, diferentes países possuem diferentes valores, padrões, princípios, que são reais, válidos e aceitos nessas comunidades. Aprendemos, assim, que nossa cultura não é a única do mundo. Nem a “certa”, porque não existe cultura certa ou errada. Essa compreensão é importante para que possamos desenvolver a capacidade e entender e respeitar outros povos e suas culturas, da mesma forma que esperamos que eles entendam e aceitem a nossa. Hoje, com o mundo globalizado, vamos viver e trabalhar cada vez mais com pessoas de outras nacionalidades e essa boa convivência requer essa tolerância.

Desenvolve capacidade de adaptação às adversidades

Viver fora nos coloca em situações de dificuldade. Seja porque às vezes não conseguimos nos expressar direito na língua local, seja porque nunca vivemos antes em temperaturas muito baixas, como nos invernos do Hemisfério Norte, por exemplo. A adaptação à comida, a hábitos de vida muito diversos e a muitas outras variáveis e fatos inesperados despertam, em nós, o instinto da sobrevivência. Lá fora, temos de nos virar com nossos próprios recursos. Seja na habilidade de se fazer entender, de “ler” uma situação e reagir a ela. Esses percalços vão nos dando “casca”, ou seja, experiência. Com o tempo, aprendemos a nos virar. É o que o mercado chama deresiliência, uma das características de um líder.

Amplia o autoconhecimento e a autonomia

Inúmeros acontecimentos do dia a dia vão nos ensinando coisas sobre outros países e outras pessoas, mas, especialmente, essas circunstâncias nos ensinam muito a respeito de nós mesmos. Aos poucos, vamos descobrindo que temos qualidades que nem desconfiávamos. Por exemplo, tem gente que se comunica muito bem. Outros instintivamente sabem tomar decisões práticas. Da mesma forma, rapidamente também descobrimos que não somos perfeitos e que há muito em nós que precisa ser melhorado. Esse autoconhecimento é importante porque nos situa melhor no mundo e, sabendo como somos e como nos relacionamos com o mundo, ganhamos maior autonomia, isso é, a capacidade de tomar decisões por conta própria.

Amadurece individualmente e coletivamente

Todos esses quatro fatores anteriores se combinam em um quinto e decisivo benefício, aquele que acaba por se constituir em um diferencial pessoal, de vida social e de trabalho. Crescemos por dentro, isso é, amadurecemos. Isso não significa ficar mais “velho”. Significa acumular um conjunto de saberes que vão além do conhecimento técnico e profissional e que nos deixam mais “centrados”, mais conscientes de nossa individualidade e nossa coletividade. Nos tornamos pessoas mais completas, mais profundas, mais experientes, mais sábias, mais sociáveis, mais adaptáveis – e muito mais confiantes em si mesmas.

Experiência internacional

Nós, da SKEMA Business School, acreditamos muito nos benefícios destes cinco pontos acima. Tanto é que esse jeito de ver o estudo e o mundo deram forma à organização de nossa instituição. Acreditamos que os profissionais que vivem uma experiência internacional podem enfrentar muito melhor e com mais chances de sucesso os desafios da globalização do mundo.

Por isso, a SKEMA possui 6 unidades em quatro países (França, Estados Unidos, China e Brasil – em BH), para permitir que seus alunos possam estudar alguns anos (ou semestres) fora do seu país de origem, para ganhar esse diferencial. Conheça mais sobre a SKEMA em nosso site

 

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